Anarkaos + Formiga+MG+Brasil

A Anarkaos tem 13 anos de rock and roll. Há quatro amigos que acreditam que podem fazer música. Com dois Cd’s independentes gravados, parte para o terceiro em 2010.









Os Cd`s custam R$ 10,00 e podem ser comprados na Laser Shop em Formiga – MG pelo telefone (37) 3322-2259.

contato: warlenanarkaos@hotmail.com

Visite o fotolog: http://www.flogao.com.br/anarkaos/


Formação


Paulo – bateria e vocal
Drixs – guitarra e vocal
Branco Leal – baixo e vocal
Warlen Leal – guitarra e vocal

MySpace:

http://www.myspace.com/anarkaosbrasil

Site:

http://anarkaos.wordpress.com/



Vítima dos Anestésicos - 2001

R$ 10,00

O “Vítima dos Anestésicos” de 2001 é o primeiro álbum do Anarkaos e foi uma aventura para a banda que, em meio às dificuldades de gravação da época, ia várias vezes ao Gênesis em Belo Horizonte para gravar as doze faixas carregadas de guitarras nervosas. O CD soa ora nervoso – “Camisa de Força”, “Soul Underground”, ora tranquilo como em “Quem ela vai amar” e “João Menino”. Porém as letras trazem um universo de questionamentos e reflexões subjetivas do submundo. Assim o álbum tem a energia dos porões do rock. O “Vítimas dos Anestésicos” foi comentado por Lúcio Ribeiro na coluna online da Folha de São Paulo: Pensata. Saiu uma boa crítica sobre ele na Revista MTV e, na emissora da mesma, o clipe de “Contra Cotidiano” foi veiculado.



Eletrocardiodrama - 2006

R$ 10,00

EletrocardioDrama é o segundo álbum. Nesse, a banda experimentou, pois ela gravou-o em seu próprio estúdio. Com mais tempo para trabalhar, as músicas puderam ter mais atenção e assim os integrantes consolidaram o som do grupo.
Como o anterior, alterna músicas tranqüilas e nervosas _“Nó”, “Navalha”_, mas aproveita para trabalhar harmonias mais complexas como nas belíssimas “Coma” – com um solo exuberante de guitarra - e “O Menino Que Choveu” – com poderoso baixo, e bateria precisa. Há personagem mórbido como em “Velho, Homem Velho”; tenta entender as mulheres em “O Amor Não Tem O Meu Número; inspira-se em filme em “Tão Doce, Tão Amargo”; aventura-se em música instrumental em “Maria Helena”; e declama a grandiloqüente “O Pastor do Caos”.
O nome EletrocardioDrama é coerente com as letras que contam dramas incomuns vividos por personagens comuns. Fechando o disco, temos a faixa saudosista “Canção de Ninar para junkies” que se completa em uma homenagem surpresa.



Contra cotidiano




Velho Homem Velho




MP3 cerebral




SOUL UNDERGROUND AO VIVO - 10/01/09 Novo Paladar




Festival_Grito_Rock_2008_SJDR